Pr. David Silva

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quarta-feira, 1 de junho de 2011

Marcha da Família – evangélicos se mobilizam hoje para combater PL 122 em Brasília

O deputado federal Marcelo Aguiar (PSC-SP), membro da diretoria da Frente Parlamentar Mista em Defesa Permanente da Família, está convocando todos os brasileiros a participar da Marcha da Família que acontece nesta quarta-feira, 1º de junho, em frente ao Congresso Nacional, em Brasília.

A manifestação reunirá comitivas e delegações contra o PL 122 que criminaliza a homofobia e cria regras para a união estável de casais do mesmo sexo. O encontro também marcará manifestações contra o “kit anti-homofobia” e outros projetos que tramitam no Congresso.

“Temos uma preocupação constante com a defesa da família brasileira e, infelizmente, existem projetos em tramitação na Câmara dos Deputados que atacam os pilares da família. Iremos lutar contra qualquer tentativa de enfraquecimento das famílias e é esse o caso do PL 122”, explicou Marcelo Aguiar.

O Ato Público começa com uma reunião de lideres no auditório Petrônio Portela, no Senado Federal, às 9h e às 14 horas as comitivas estarão reunidas em frente ao Congresso para a Marcha da Família.

Segundo o pastor Silas Malafaia, a manifestação servirá para esclarecer as famílias brasileiras da ameaça que representa o PL 122. “Não vamos aceitar mudança de comportamento imposta pela minoria. Não aceitaremos o cerceamento da liberdade de expressão, jamais iremos discriminar, mas nunca deixaremos de orientar que homossexualismo não é prática cristã”, explicou o pastor.

Fonte: http://www.creio.com.br

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Resposta aos eleitores de Dilma

Depois de assistir ao vídeo e tomar conhecimento do conteúdo do kit anti-homofobia que seria entregue a escolas públicas do País pelo Ministério da Educação (MEC), a presidenta Dilma Rousseff decidiu, nesta quarta-feira (25), suspender a distribuição.


A decisão foi anunciada pelo ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência, após uma reunião com representantes do PRB (Partido Republicano Brasileiro) e da bancada evangélica na Câmara dos Deputados. O Secretário afirmou que a Presidenta Dilma assistiu aos vídeos e os reprovou. “A presidente viu e não gostou. Achou que não era propício, achou o material inadequado. Por isso, foi suspensa a produção desse material”, disse Carvalho.

O presidente nacional do PRB,  Marcos Pereira, participou de diversas reuniões no Palácio do Planalto no intuito de levar ao conhecimento da Presidência da República o movimento contra a distribuição do kit, que envolveu diversos setores da sociedade. Segundo ele, a decisão da presidenta de suspender a implantação do projeto do MEC foi imediata, logo após ter visto o conteúdo, que até então ela desconhecia. Ela teria tomado conhecimento do assunto através do jornalismo da Record.

Destacando que, assim como a bancada evangélica, o Governo é contra qualquer tipo de homofobia, o ministro afirmou: “Está suspensa toda a produção de material referente a este assunto.”

Desde antes do projeto ser lançado pelo MEC, a bancada evangélica trabalha na Câmara dos Deputados para suspendê-lo.

Com informações do portal R7

A família Brasileira agradece

Em fevereiro de 2011 visitamos a Ministra da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República e a alertamos sobre o material que estava sendo elaborado pelo Ministério da Educação, material este que era mais uma apologia ao homossexualismo e incentivo à sexualidade precoce das crianças e adolescentes de nossas escolas públicas, do que material anti-homofobia.

Na semana passada (dia 16/05/2011) tomei conhecimento que o citado material estava pronto e aprovado para distribuição, por isso, a bancada do PRB – Partido Republicano Brasileiro na Câmara dos Deputados apoiada pela bancada evangélica tomou forte posicionamento contra tal situação. Com isso o Ministro da Educação foi convocado para prestar esclarecimento, o que não ficou muito claro, sobre qual era o seu posicionamento.

Nesta semana (24/05/2011) eu e o líder do PRB na Câmara, Deputado Vitor Paulo PRB/RJ, visitamos vários ministérios no Palácio do Planalto e colocamos de forma transparente e contundente o nosso posicionamento a respeito do assunto. Ainda no mesmo dia, externamos o mesmo posicionamento ao Vice-Presidente da República.

Após estes encontros e reuniões, no dia seguinte, isto é, 25/05/2011, quarta-feira, a Presidenta da República, Dilma Rousseff , por intermédio do Ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, veio a público e anunciou a suspensão de qualquer distribuição do citado material.
Por fim, unidos nesta luta em prol da família, ganhou o povo brasileiro.

Fonte: http://www.feemfe.com

Evangélicos tentam anular decisão da justiça sobre união homoafetiva

A Frente Parlamentar Evangélica (FPE) começa a articular investida para tentar anular os efeitos da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em relação à união homoafetiva. O grupo está colhendo assinaturas e vai apresentar um requerimento para a convocação de uma comissão geral no plenário da Câmara dos deputados, objetivando discutir o assunto.

BRASÍLIA – No último dia 5, a corte máxima da Justiça brasileira decidiu, por 10 votos a zero, reconhecer a união homossexual estável como unidade familiar. Na prática, ela foi equiparada à relação estável entre homem e mulher, permitindo que direitos e deveres comuns aos casais heterossexuais sejam estendidos aos casais do mesmo sexo.

“Achamos que o remédio para isso é o Parlamento aprovar um projeto de decreto legislativo, com fundamento na Constituição Federal, que diz caber ao Parlamento zelar pela sua competência. O remédio que tem é sustar, através do decreto legislativo, os efeitos dessa decisão (do Supremo). Agora, se a Casa terá esse mesmo entendimento e irá aprovar, evidentemente, depende de um debate a partir da apresentação desse projeto. Esta é a nossa disposição”, adiantou o presidente da FPE, deputado João Campos (PSDB-GO).

Na avaliação dele, o Supremo vem praticando um “ativismo judicial perigoso”, invadindo a e atropelando a competência do Legislativo.

“Isso é muito ruim para o Estado Democrático de Direito, pois ofende o princípio da separação de poderes, fere o princípio do equilíbrio entre os poderes. O Judiciário não tem legitimidade democrática para alterar nenhuma norma. Ele pode interpretar. Em alguns casos, como o da união homoafetiva, como o da fixação do quantitativo das câmaras de vereadores, como o da fixação das regras para o uso de algemas, o Judiciário não interpretou lei nenhuma, mas legislou. Isso é um absurdo. É como se o Parlamento, em nome da demora do poder Judiciário, avocasse processos aqui para que nós pudéssemos dizer a sentença”, acrescentou.

Sobre as críticas de que o STF teria sido impelido a se posicionar em relação à união estável homoafetiva diante da suposta inércia, do vácuo deixado pelo Legislativo, rebate:

“Esse argumento é falacioso. Se a própria Constituição e o Código Civil criaram uma regra, que, do meu ponto de vista, não cabe nem interpretação de tão clara que é, não há vácuo. Outro argumento que os ministros do Supremo utilizaram foi o da demora do Parlamento em deliberar. Onde é que está escrito que, quando o Parlamento demora a decidir por que a sociedade não constituiu dentro dele uma maioria acerca daquele assunto, outro poder tem que decidir? Se o argumento da demora vale para o Judiciário, então, vale para o Legislativo em relação ao Judiciário. Então, nós poderíamos alocar o processo do mensalão, que está quase prescrevendo sem que o Judiciário se pronuncie, e dizermos a sentença. Isso não tem cabimento”, provoca.

“KIT GAY” – O material do projeto “Escola sem Homofobia”, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC) para ser distribuído em colégios da rede pública, também vai receber marcação cerrada dos parlamentares religiosos.

Segundo João Campos, que participou na quarta-feira da reunião entre deputados evangélicos, católicos e o ministro Fernando Haddad, ficou acertado que a Frente Parlamentar Evangélica, a Frente Parlamentar da Família e a bancada católica irão compor uma comissão para examinar o material, que recebeu a pecha de “kit gay”.

“Esta comissão será nossa interlocução com o MEC. Ela, em nosso nome, irá examinar o conteúdo do kit, que não será aprovado antes de ser avaliado pela comissão. A ideia é verificar se há excessos sob nossa visão”.

O deputado afirma que, se forem atendidas todas as exigências da comissão, não há objeção quanto à aprovação do material anti-homofobia. Entretanto, pondera em tom de crítica:

“Se ele se adequar àquilo que achamos razoável do ponto de vista pedagógico, não há por que ter objeção. Só achamos que o governo, ao invés de fazer um material que previna preconceito, discriminação a gays, deveria elaborar um material que pudesse prevenir preconceito, violência contra qualquer pessoa. Por que um material apenas para este segmento?”

Ele confronta a ideia de que lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais seriam mais vulneráveis à violência em razão da intolerância.

“A sociedade brasileira não é intolerante, preconceituosa. Graças a Deus, as ocorrências de intolerância em relação a preconceitos são muito pontuais. Pela nossa formação, essa miscigenação que ocorreu no Brasil, somos uma síntese da sociedade mundial. Mas o que parece é que o governo brasileiro e o movimento homossexual querem vender para o mundo que a sociedade brasileira é intolerante. Querem criminalizar condutas, oferecer toda uma estrutura de governo para enfrentar a intolerância. Se for assim, teremos que criar um plano nacional de cidadania para os religiosos, para os ciganos, daí por diante, com a mesma linha, com a mesma estrutura, o mesmo financiamento do voltado para o movimento homossexual”.

Na interpretação dele, as estatísticas sobre crimes motivados por homofobia no Brasil não encontram paralelo com a realidade.

VAZAMENTO – Durante a reunião com parlamentares católicos e evangélicos, o ministro da Educação, Fernando Haddad, negou que alguns materiais em circulação, atribuídos ao kit anti-homofobia, tenham sido aprovados pelo MEC.

“O ministro disse que o governo contratou uma empresa para elaborar o material, que só agora o apresentou ao ministério. Segundo ele, houve um vazamento. Nós estamos presumindo que o vazamento partiu da empresa contratada. Aí, o nosso questionamento, como uma empresa contratada pelo governo para elaborar um material dessa natureza, se antecipa e coloca na mídia? Queremos que seja apurada a responsabilidade. Senão, vamos concluir que houve concordância, aquiescência do governo. Mas independentemente de ele ter concordado, vamos fazer uma representação para que isso aconteça”, avisa.

Fonte: http://www.ogalileo.com.br

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Bispo Edir Macedo publica texto contra kit gay do MEC:”Nossos filhos não vão virar gays”

O líder da Universal diz que esse material fará as crianças se tornarem homossexuais.
O Bispo Edir Macedo resolveu usar seu blog para divulgar um texto escrito por um obreiro anônimo que fala sobre o projeto do Ministério da Educação que levará às escolas públicas de ensino médio um material didático com vídeos e cartilhas que explicam o homossexualismo.

A visão compartilhada pelo fundador da Igreja Universal do Reino de Deus é parecida com a de muitos parlamentares que desaprovaram o projeto, para eles esse material não busca combater o preconceito e sim ensinar as crianças a serem homossexuais.

“O que deveria servir para combater a discriminação vira propaganda explícita do homossexualismo”, escreveu o ator do texto que classifica essa iniciativa como um absurdo que agride aos pais e a fé cristã.

Leia o texto na íntegra:

Nossos filhos não vão virar gays!

Imagine esta cena: Seu filho chega à escola para mais um dia de aprendizado, e, em plena sala de aula, a professora inicia uma nova lição que é debater um vídeo em que duas meninas lésbicas falam sobre como é bom ser homossexual. E mais: nos livros didáticos, a professora lê, com seu filho, histórias com famílias gays, histórias de homens e mulheres bissexuais, transexuais e travestis.

Acredite: é isto que pretendem fazer nas escolas públicas do Brasil, no segundo semestre deste ano. O Ministério da Educação quer distribuir vídeos e livros como esses em 6 mil escolas do País.
O absurdo é tão desmedido que fere a lógica. Agride qualquer pai. Agride nossa fé.

O que deveria servir para combater a discriminação vira propaganda explícita do homossexualismo.
Não tenho preconceito, pois eu mesmo já atendi a vários homossexuais na Igreja. Oramos por eles, aconselhamos e os auxiliamos com o mesmo zelo espiritual dedicado a qualquer outro sofrido que atravessa as portas dos Cenáculos do Espírito Santo.

A Palavra de Deus e a IURD nos ensinam que devemos aceitar o homossexual, mas nunca, jamais, o homossexualismo!

Meus filhos não vão virar gays! É meu, SOMENTE MEU, o direito de não desejar um filho gay! A Constituição me garante isto. Temos o direito de almejar para os nossos filhos o que entendemos como o melhor para o futuro deles. E, sob a luz da nossa fé, o caminho da felicidade passa pela construção de uma família com marido e esposa, isto é: homem e mulher.

Que o Espírito Santo toque em nossas autoridades, para que acabem com esta aberração. E que nosso grito de protesto chegue aos homens de Brasília.

Obreiro anônimo.
 
Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br

quarta-feira, 23 de março de 2011

Ex-BBB, deputado levanta bandeira gay e diz que família de comercial de margarina não existe


Ele surgiu na televisão, jornais e revistas por meio do programa BBB (Big Brother Brasil), mas hoje, como deputado federal, nega o rótulo de celebridade e pretende ser reconhecido como defensor dos direitos dos LGBTs (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais).



Jean Wyllys (PSOL-RJ) fez seu primeiro pronunciamento em plenário nesta quinta-feira (24) e defendeu uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que assegura o direito dos homossexuais ao casamento civil. Sorridente e simpático, mas seguro, o baiano conversou com o R7 momentos depois de descer do púlpito.

Durante a conversa, curiosos que passavam pelo salão verde da Câmara dos Deputados se aglomeraram em volta do parlamentar, que atendeu a pedidos de foto e conversou com fãs eleitores.

Como foi esse primeiro pronunciamento para o plenário?

É muito estranho você ter que falar para a audiência da TV Câmara e não para o quórum no plenário. Então tive que abstrair e imaginar que tinha ali deputados e deputadas me escutando. Foi muito estranho. Eu comecei pensando: nossa, para quem eu vou falar? Mas, no fim, tudo deu certo.

E como você tem encarado esse assédio até aqui dentro da Câmara?

Isso tem acontecido bem menos do que eu imaginava e acontece bem menos por causa da minha postura. Mas eu acho natural. Eu já era uma pessoa conhecida do grande público. Tem parlamentares aqui que só não são fotografados porque não têm uma imagem pública positiva, mas que são conhecidos também.

Neste momento que você está vivendo, ser um ex-BBB ajuda ou atrapalha?

Para mim não atrapalha em nada. Isso é uma obsessão de vocês da imprensa. Isso foi um detalhe na minha vida bacana, importante, mas foi um detalhe.

Mas deu visibilidade...

É, mas deu visibilidade para aquilo ali. Para a tarefa que eu exerço agora e que venho exercendo há bastante tempo não dá visibilidade nenhuma. Tanto é que eu me retirei da cena do show business por isso. Agora, a ressurreição dessa história é uma obsessão da imprensa, não minha.

Ser ex-BBB deu votos?

Não, não deu voto porque eu não usei absolutamente nenhuma referência na minha campanha do Big Brother.

Essa referência do público não é automática?

Não é automática porque se passaram seis anos. Faz seis anos que eu participei do programa. Durante seis anos eu estou ausente da grande mídia voluntariamente e não fiz qualquer referência. Eu uso barba, estou completamente diferente.

O senhor pretende reestruturar a Frente Parlamentar Mista Pela Cidadania e propor uma PEC. Como anda esse trabalho?

Estamos recolhendo assinaturas. Faltam poucas. A gente conseguiu adesão de peso, de pessoas muito bacanas, por outro lado teve deputados que a gente não imaginou que fossem se recusar a assinar.

Quem se recusou, por exemplo?

Por exemplo, a Benedita da Silva (PT-RJ), que é mulher, negra, e tem origem na favela. Apesar dessa tripla exclusão e de ela ter ressaltado que desenvolveu, enquanto governadora, políticas públicas a favor dos gays. Ela disse que não assinaria por questões íntimas, da sua religião. Ela é evangélica. Mas houve gente interessante, o deputado Vicentinho assinou a Frente, o João Paulo Cunha...

Jair Bolsonaro? [Deputado declaradamente contra as causas LGBTs]

Você está brincando, né? Você está virando repórter do Pânico [programa da Rede TV!] com essa pergunta! [risos]

O senhor defende mais que a união homoafetiva. Qual a diferença entre essa união e o casamento?

O casamento religioso é para sempre. A igreja não casa uma pessoa duas vezes. Se uma pessoa pode casar uma, duas, três vezes no civil é porque o casamento civil não é matéria da igreja. Então se o casamento é um direito civil, ele tem que ser estendido ao conjunto da população em um Estado democrático. O casamento assegura a proteção dos bens, os direitos sucessórios, automaticamente o direito a adoção, constituir família.

A família mudou?

A família do comercial de margarina não existe. [...] A família pode se estender para outros arranjos familiares, podem ter dois pais, duas mães, desde que haja um ambiente de afeto, de amor. [...] A ausência da lei não vai impedir a existência dos casais. Existem casais homoafetivos há realidade da vida. Agora, o direito tem que existir.

A sociedade brasileira está preparada para o casamento gay?

Nessa questão, a gente tem que pensar no princípio de justiça. Por exemplo, no século 19, a população não estava preparada para o fim da escravidão, entretanto a Lei Áurea teve que ser aprovada por um princípio de justiça. Então não é porque a sociedade brasileira não está preparada para o casamento civil entre homossexuais que o casamento não deve ser aprovado.

sábado, 19 de março de 2011

Parlamentares evangélicos e católicos pedem mudanças em campanhas sobre sexo no carnaval


"Neste Carnaval, não transe. Se preserve para o casamento, porque família é bom" foi um dos slogans sugeridos pelos evangélicos ao ministro da Saúde


Incomodados com os lemas das campanhas de prevenção do Ministério da Saúde - como as que pregam no carnaval as relações sexuais seguras com o uso da camisinha -, parlamentares evangélicos e católicos querem modificar o tom dessas mensagens. Eles reivindicam que as campanhas também enalteçam a abstinência e a importância da procriação para formação familiar.

"Neste Carnaval, não transe. Se preserve para o casamento, porque família é bom" foi um dos slogans sugeridos pelos evangélicos ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em reunião da Frente Parlamentar da Família, na noite desta quarta-feira. As duas mensagens do ministério para o Carnaval, - "Sem camisinha, não dá" e "Seja qual for a fantasia, use sempre a camisinha" - desagradaram aos religiosos. O ministro admitiu fazer uma campanha direcionada para os religiosos, mas não falou em mudar o tom das atuais campanhas de carnaval

O encontro foi organizado pelo senador evangélico Magno Malta (PR-ES). 

- O ministro foi extremamente receptivo e nos prometeu elaborar uma cartilha com as nossas mensagens. E não aquelas do Temporão (ministro da Saúde no governo Lula), que estimulavam relação homossexual e até distribuíam cachimbo para viciados - disse Magno Malta. 

Padilha estava à vontade no encontro. O ministro citou a Bíblia e falou da relação entre religião, família e vida saudável. 

- Somos todos irmãos. O governo tem que ouvir todos os setores organizados da sociedade em busca de bem-estar para a população. Aids, drogas e alcoolismo são exemplos de doenças que precisamos combater com a ajuda da família - disse Padilha no encontro. 

A deputada Benedita da Silva (PT-RJ), também evangélica, participou do encontro e disse que foram tratados outros problemas, como combate à dengue e gravidez precoce. 

O deputado Anthony Garotinho (PR-RJ) mostrou preocupação com o desarquivamento do projeto que criminaliza a homofobia. Ele afirmou que os homossexuais formam uma população com muitos privilégios. Garotinho também defendeu uma campanha específica para os religiosos durante o Carnaval. 

Magno Malta afirmou que outra reivindicação encaminhada a Padilha foi a criação da Secretaria da Família, para, entre outras atribuições, lidar com jovens viciados em drogas. 

- A Secretaria da Família deveria substituir a Senad (Secretaria Antidrogas), que não serve para nada e que só gasta dinheiro com pesquisa: quem fuma e cheira mais no país. Isso é inútil - disse Malta. 

http://www.ogalileo.com.br

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

PASTORES SEGUNDO O CORAÇÃO DE DEUS

Pastores segundo o coração de Deus – Jeremias 3.15


1. A vocação para o pastorado é a mais sublime das todas as vocações. John Jowett no seu livro “O pregador, sua vida e sua obra” diz que vocação é quando todas as outras portas estão abertas, mas você só anseia entrar pela porta do ministério. São algemas invisíveis.


2. Deus chama pessoas diferentes, em circunstâncias diferentes, em idades diferentes para o ministério. Chamou Jeremias no ventre da mãe. Chamou Isaías num momento de crise nacional. Chamou Pedro depois de casado. Chamou Paulo quando este perseguia a igreja.


3. O texto em apreço nos fala que Deus é quem dá pastores à igreja. O pastor não é um voluntário, mas um chamado. O seu ministério não é procurado, é recebido. Sua vocação não é terrena, é celestial. Sua motivação não está em vantagens humanas, mas em cumprir o propósito divino.


4. Vejamos algumas lições desse texto:
I. É DEUS QUEM DÁ PASTORES À SUA IGREJA – V. 15


1. A escolha divina não é fundamentada no mérito, mas na graça

• Jeremias era uma criança quando foi chamado. Ele não sabia falar. Foi Deus quem colocou sua Palavra em sua boca. Jonas era um homem que tinha dificuldade em perdoar os inimigos, e Deus o chamou e o enviou a fazer a sua obra, mas contra sua vontade. Paulo se considerava o o menor dos apóstolos, o menor dos santos, o maior dos pecadores, mas Deus o colocou no lugar de maior honra na história da igreja.

• Nossa escolha para o serviço e para a salvação não é fundamentada em méritos, mas na graça.


2. É Deus quem coloca os membros no corpo, como lhe apraz


• Todos os salvos têm dons e ministérios no corpo, mas nem todos são chamados para serem pastores. Não somos nós quem decidimos, mas Deus. Quem é chamado para este sublime mister não poder orgulhar-se, porque nada temos que não tenhamos recebido.


II. DEUS DÁ PASTORES À SUA IGREJA – V. 15


1. Deus não apenas chama, mas especifica a missão


• O que é um pastor? O que significa pastorear?


a) Pastorear é alimentar o rebanho de Deus com a Palavra de Deus – Não nos cabe prover o alimento, mas oferecer o alimento. O alimento é a Palavra. Reter a Palavra ao povo de Deus é um grave pecado.


b) Pastorear é proteger o rebanho de Deus dos lobos vorazes – Jesus alertou para o fato do inimigo introduzir os filhos do maligno no meio do seu povo, se a igreja estiver dormindo. Paulo alertou para o fato dos pastores estarem vigilantes para que os lobos vorazes não penetrem no meio do rebanho.


c) Pastorear é gostar do cheiro de ovelha – A missão do pastor é apascentar. O pastor é alguém que convive com ovelha. Está perto. Leva para os pastos verdes as famintas, às águas tranqüilas as sedentas, atravessa os vales escuros dando segurança à ovelha, que está insegura carrega a fraca no colo, resgata a que caiu no abismo, disciplina aquela que põe em risco a vida do rebanho.


III. DEUS DÁ PASTORES SEGUNDO O SEU CORAÇÃO – V. 15


1. Deus dá pastores à igreja segundo o seu coração


a) Qual é o perfil de um pastor segundo o coração de Deus:


1) É um pastor que tem consciência de que Deus o chamou, não para governar o povo com rigor, mas para cuidar do seu povo;


2) É um pastor que cuida da sua própria vida, antes de cuidar do povo de Deus. Ele prega a si mesmo, antes de pregar ao povo. Sua vida é o seu mais eloqüente sermão.


3) É um pastor que é exemplo vida, piedade para o seu próprio rebanho. Ele nada considera a vida preciosa para si mesmo para velar pelo rebanho. Ele dá a sua vida pelo rebanho.


4) É um pastor que pastoreia TODO o rebanho: as ovelhas dóceis e as indóceis.


5) É um pastor que compreende que a igreja é de Deus e não dele. Deus nunca nos passou procuração para sermos donos do rebanho. A igreja é de Deus.


6) É um pastor que compreende que a igreja custou muito caro para Deus, o sangue do seu Filho. A igreja é a Noiva do Filho de Deus. A igreja é a Menina dos Olhos de Deus. Ele tem zelo pela igreja.


IV. A EXCELÊNCIA COM QUE O PASTOR DEVE EXERCER O SEU PASTORADO – V. 15


1. O pastor deve apascentar o rebanho de Deus com conhecimento


• O pastor é um estudioso. Ele deve ser um erudito. Ele precisa conhecer a Palavra, alimentar-se da Palavra e pregar a Palavra.

• Paulo diz que deve ser considerado digno de redobrados honorários aqueles que se afadigam na Palavra. Precisamos estudar até à exaustão.

• Precisamos cavar e oferecer ao povo de Deus as insondáveis riquezas de Cristo. Somos mordomos: precisamos oferecer um cardápio apetitoso, balanceado.

• As cátedras seculares envergonham os púlpitos. Precisamos nos apresentar como obreiros aprovados. Precisamos realizar o ministério com um padrão de excelência.


2. O pastor deve apascentar o rebanho de Deus com inteligência


• Inteligência significa com sabedoria, com sensibilidade. Sabedoria é usar o conhecimento para os melhores fins. Precisamos tratar as ovelhas de Deus com ternura. Paulo diz que o pastor é como um Pai e também como uma Mãe.

• O pastor chora com os que choram e festeja com os que estão alegres.

• O pastor trata cada ovelha de acordo com sua necessidade, com seu temperamento, com seu jeito peculiar de ser. Ele é dócil com as crianças como Jesus que as pegou no colo. Ele trata os da sua idade como irmãos e aos mais velhos como a pais.

• Uma coisa é amar a pregação, outra coisa é amar as pessoas para quem pregamos.

Por Rev.
Hernandes Dias Lopes

Fonte:


http://hernandesdiaslopes.com.br/2010/01/pastores-segundo-o-coracao-de-deus/